Atire a Primeira Pedra…

 

Quando vemos os erros alheios, na maioria das vezes, queremos ser o juiz que penaliza ou absolve o indivíduo que conseguimos observar.

Atitudes como essas, são tão automáticas em nosso proceder, que nem damos conta em como absorvemos tais passagens, fazendo muitas vezes o papel de quem jamais praticou e jamais praticará tal proceder.

Apenas deixar passar por nós tais fatos, sem julgá-los, apenas  observá-los e tentar entender o que se passou e suas consequências boas ou ruins.

Infringir os fatos torna-se impossível, diante tantas ocorrências banais e corriqueiras que percebemos, passando por nós e por vezes, acontecendo “debaixo do nosso  nariz”.

Será que a observação mais exacerbada sobre nosso proceder deva ser  colocada como ponto de partida, em todo dia que se inicia?

Colocar-se no lugar de quem quer que seja, deva ser o principal elemento da iniciação de qualquer dia, à partir deste momento em que estou a escrever e manipular as palavras que estão soltas no ar, para quem quer que seja e por coincidência, estão a teclar debaixo dos meus dedos e expandindo para todo o planeta…

Se para mim, Mili, está tocando o meu coração e maior entendimento no raciocínio, para você também é de tamanho relativo.

No proceder de toda e qualquer situação, existe o nosso consentimento em ser mais ou menos, depende de nossa disposição em entender e raciocinar todo e qualquer fato e com um detalhe, sem julgamentos.

Ao apostarmos no nosso potencial de entendimentos, sempre calculamos que nada mais falta entender sobre todos os processos de vida, imaginamos que jamais iremos falhar, faltar e se contentar com o que virá para o nosso maior conteúdo.

Mas, quando as provas do maior entendimento chegam para cada indivíduo, aí é onde tudo acontece…

Raciocine mais sobre os julgamentos que todos fazemos, por vezes mais, por vezes menos,  não se esquecendo  que todos somos humanos e que estamos nestas paragens somente de passagem, onde tudo nasce, cresce, amadurece e se transforma…

Mili

 

 

 

 

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