Intenções

 

Intenções

 

Determinação da vontade com vistas  a um fim.

O que provoca a verdadeira intenção, numa vontade absoluta em querer determinado acontecimento?

Quando percebemos, já estamos fazendo os prognósticos de nossos quereres, sem antes consultar o nosso poder.

Se  estamos  prontos  para determinada  tarefa ,que  agitará ainda mais o nosso entender e bater descompassadamente o nosso coração, ai  inundando-o de mais terrores que esta vida de vez em quando nos pega na contra-mão, ou simplesmente,  algo que nos fará ainda melhores e mais cheios de maiores intenções de desenvolvimentos para o bem.

As intenções são muitas, inumeráveis em nosso dia-dia.

Propagar as intenções, alavancando ao nosso entender, artimanhas, malabarismos e até muitos absurdos aos olhos dos outros, porque ao nosso ver, muitas vezes é o nosso melhor , em se tratando da intenção.

Diz o ditado popular: – ” O inferno está cheio de boas intenções…”, mas se não tê-las, como fazê-las e sabê-las?

Na intenção, concentra-se a boa ou  má vontade,  na antecipação do proceder , sempre sedento e seguido do melhor que podemos fazer.

Viver na intenção, traz sempre  a disponibilidade de avanços jamais vistos. As variedades de intenções costumam chegar aos nossos propósitos, como a bomba prestes a explodir, anunciando sempre em  comportamentos, maneiras e disposições nas  formas a se cumprirem.

Não basta apenas ter a boa intenção, é preciso dissecá-la, exprimí-la nos diversos segmentos de que vamos tratar.

Comece a determinar em seus segundos vividos, as intenções que estão a pairar. Não desperdice os propósitos que a todo instante batem em teu querer, afim de melhorá-lo e  transformá-lo nos diferentes passos que te esperam…

De nada adianta no proceder, se estamos ligados a todo instante aos que nada fazem e se perpetuam em  disciplinas e atitudes mal elaboradas, não deixando espaço para viver nas melhores e maiores aproveitamentos de nossas intenções.

Até a próxima,

Mili

“É melhor atirar-se à luta em busca de dias melhores, mesmo correndo o risco de perder tudo, do que permanecer estático, como os pobres de espírito, que não lutam, mas também não vencem, que não conhecem a dor da derrota, nem a glória de ressurgir dos escombros. Esses pobres de espírito, ao final de sua jornada na Terra não agradecem a Deus por terem vivido, mas desculpam-se perante Ele, por terem apenas passado por ela”.     Bob Marley

 

 

 

 

 

 

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