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No Final  Contas
São tantas as questões trabalhadas no meu entendimento, que se fizer uma análise mais sensata, desde os meus princípios, que entendo ser a minha medida de conduta e a isto estão inclusos os costumes, com tanta raiz entrelaçada,calcada e personificada, para que certas atitudes tenham a marca registrada do que eu sou.

Sair deste emaranhado de base, nas cicatrizes, que com o passar do tempo, tornam-se ainda mais profundas e arraigadas com novas tendências que se entrelaçam em épocas distantes e constantes, na perpetuação desta espécie que se diz humana que estou.

Não sei não, mas algo, abre os meus olhos, nesta absurda sensação de existir, que se projeta à todo instante, um será que sou ou será que vou, nesta tão aguardada ambivalência de sentidos opostos.

Salvar cada negociação que faço e estabeleço com o outro, tornou-se o grande trunfo da geração à qual pertenço.

Manifestar a concordância ou não, estabelece a maleabilidade da postura deste ser, que se fizer uma comparação, pertenço mais à classe dos bambus do que a qualquer outro ser existente…

Provo à todo instante, doces e eternos momentos, em contrapartida, estabeleço versões atiradas, desta ansiedade de vida, que desabrocha e recria, de acordo com o entendimento do presente, que manipula tanto a evolução quanto a maturação, desta espécie que sou…
As repetidas inclusões e estímulos gerados na frequência de cada instante presente, são saboreadas e analisadas, estando à prova de percepções instauradas na minha maneira de ser…

Mili

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